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Festa do Divino Espirito Santo

 

400 Anos de Devoção

A Comunidade Católica de Boipeba celebra com grande jubilo, 400 anos de devoção ao Espirito Santo. O tema das festividades é  ‘a Comunidade que Partilha os Dons e os Bens’.

O período festivo é de nove dias e finaliza com uma missa no domingo de Pentecostes, sete semanas após a Páscoa, celebrando a descida do Espirito Santo sobre a comunidade cristã e o nascimento da Igreja Católica.

A Igreja do Divino Espírito Santo de Boipeba começou a ser construída pelos jesuítas em 1611 e em 1616, o então Bispo de Salvador, Dom Constantino Barradas criou a freguesia (paróquia) do Divino Espirito Santo de Boipeba.


Dia 6 de maio de 2016, às 19h, iniciou-se o período festivo com o Hasteamento da Bandeira, acompanhado de hinos e cânticos.

 
 

Em seguida Frei Augusto, da paroquia da Nossa Senhora do Rosário de Cairu, celebrou uma missa com o tema ‘Jesus é a grande doação do Pai para nós'.

 
 

Dia 8, a Associação de Culto Afro Brasileiro de Boipeba se reuniu para a Lavagem da Igreja.

 
 

Após, seguem-se manifestações culturais nas ruas de Boipeba com o Grupo Bumba Meu Boi.

 
 

Apresentação do Grupo de Capoeira - Axé Bahia.

 
 

Dia 15, Domingo de Pentecostes, Bispo Dom João Nilton da Diocese de Amargosa, celebrou uma missa festiva, seguida pela Procissão do Divino que passou pelos bairros de Velha Boipeba.

 
 

Dia 16, foi realizada a procissão em homenagem a São Francisco com um cortejo de barcos. A procissão passou pelos bairros de Velha Boipeba acompanhado pelas imagens de São Sebastião, do Espírito Santo, de Nossa Senhora da Conceição e de Santo Antonio.

 
 

 

Creio no Espírito Santo

«Deus é Amor» (1 Jo 4, 8.16) e o Amor é o primeiro dom, que contém todos os outros. Este amor «derramou-o Deus nos nossos corações, pelo Espírito Santo que nos foi dado» (Rm 5, 5).

O termo «Espírito» traduz o termo hebraico «Ruah» que significa sopro, ar, vento. Jesus, ao anunciar e prometer a vinda do Espírito Santo, chama-Lhe o «Paráclito», que quer dizer: «aquele que é chamado para junto» (Jo 14, 16. 26; 15, 26; 16, 7). «Paráclito» traduz-se habitualmente por «Consolador», sendo Jesus o primeiro consolador.

«Ninguém conhece o que há em Deus, senão o Espírito de Deus» (1 Cor 2, 11). Ora, o seu Espírito, que O revela, faz-nos conhecer Cristo, seu Verbo, sua Palavra viva; mas não Se diz a Si próprio. Quando o Pai envia o seu Verbo, envia sempre o seu Espírito: missão conjunta na qual o Filho e o Espírito Santo são distintos, mas inseparáveis. Sem dúvida, é Cristo quem aparece, Ele que é a Imagem visível de Deus invisível; mas é o Espírito Santo quem O revela.

O Baptismo «dá-nos a graça do novo nascimento em Deus Pai, por meio do Filho no Espírito Santo. Porque aqueles que têm o Espírito de Deus são conduzidos ao Verbo, isto é, ao Filho: mas o Filho apresenta-os ao Pai, e o Pai dá-lhes a incorruptibilidade.

Toda a missão do Filho e do Espírito Santo, na plenitude do tempo, está contida no fato de o Filho ser o ungido do Espírito do Pai, desde a sua Encarnação: Jesus é o Cristo, o Messias. Toda a obra de Cristo é missão conjunta do Filho e do Espírito Santo.

Jesus só revela plenamente o Espírito Santo quando chega a Hora da sua morte. O Espírito será enviado pelo Pai em nome de Jesus. O Espírito Santo ficará conosco para sempre, há-de lembrar-nos tudo o que Cristo nos disse.

No dia de Pentecostes, a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo que Se manifestou, Se deu e Se comunicou como Pessoa divina: da sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito. Neste dia, revelou-Se plenamente a Santíssima Trindade.

Símbolos do Espirito Santo

A água. O simbolismo da água é significativo da ação do Espírito Santo no Baptismo, pois que, após a invocação do Espírito Santo, ela torna-se o sinal sacramental eficaz do novo nascimento. «Batizados num só Espírito», «a todos nos foi dado beber de um único Espírito» (1 Cor 12, 13): portanto, o Espírito é também pessoalmente a Agua viva que brota de Cristo crucificado como da sua fonte, e jorra em nós para a vida eterna.

A unção. O simbolismo da unção com óleo é também significativo do Espírito Santo, a ponto de se tomar o seu sinónimo. A primeira unção realizada pelo Espírito Santo é de Jesus. Cristo («Messias» em hebraico) significa «ungido» pelo Espírito de Deus.

O fogo. Enquanto a água significava o nascimento e a fecundidade da vida dada no Espírito Santo, o fogo simboliza a energia transformadora dos atos do Espírito Santo. É sob a forma de línguas, «uma espécie de línguas de fogo», que o Espírito Santo repousa sobre os discípulos na manhã de Pentecostes e os enche de Si.

A nuvem e a luz. Estes dois símbolos são inseparáveis nas manifestações do Espírito Santo. A nuvem revela o Deus vivo e salvador, velando a transcendência da sua glória.

O selo é um símbolo próximo do da unção. Com efeito, foi a Cristo que «Deus marcou com o seu selo» (Jo 6, 27) e é n'Ele que o Pai nos marca também com o seu selo».

A mão. É pela imposição das mãos que Jesus cura os doentes e abençoa as crianças. O mesmo farão os Apóstolos, em seu nome. Ainda mais: é pela imposição das mãos dos Apóstolos que o Espírito Santo é dado.

O dedo. «É pelo dedo de Deus que Jesus expulsa os demónios». Se a Lei de Deus foi escrita em tábuas de pedra «pelo dedo de Deus» (Ex 31, 18), a «carta de Cristo», entregue ao cuidado dos Apóstolos, «é escrita com o Espírito de Deus vivo: não em placas de pedra, mas em placas que são corações de carne» (2 Cor 3, 3).

A pomba. No final do dilúvio, a pomba solta por Noé regressa com um ramo verde de oliveira no bico, sinal de que a terra é outra vez habitável. Quando Cristo sobe das águas do seu baptismo, o Espírito Santo, sob a forma duma pomba, desce e paira sobre Ele.

O texto basei-se em citações do site:
http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p1s2cap3_683-1065_po.html